Botafogo acerta com Jobson

sexta-feira, junho 11, 2010

O Botafogo de Futebol e Regatas comunica que chegou a um acordo com o Brasiliense Futebol Clube para a contratação do atleta Jobson Leandro Pereira de Oliveira. O jogador retornará para o Glorioso e assinará um contrato de cinco anos.  Os últimos detalhes da transferência serão acertados nos próximos dias, enquanto a assinatura de contrato, bem como a apresentação oficial, acontecerá na próxima semana.  O Botafogo de Futebol Regatas, por meio de seu departamento de futebol, agradece o apoio dado por botafoguenses ilustres para a concretização desta negociação.

Jobson volta  ao clube em que se destacou na reta
final do Brasileiro de 2009 (Foto: Agência Estado)

FICHA TÉCNICA

Nome completo: Jobson Leandro Pereira de Oliveira

Nascimento: 15/02/1988, em Conceição do Araguaia (PA)

Altura e Peso: 1,75m / 72kg

Clubes: Brasiliense, Jeju United (COR) e Botafogo

Proposta que blinda transferência de jogadores avança no Senado brasileiro

quarta-feira, junho 9, 2010

A proposta visa prolongar a permanência dos jovens jogadores no Brasil e foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça. Agora, terá de passar pela Câmara dos Deputados.

Mais detalhes no site UOL Esportes:

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2010/06/09/proposta-que-blinda-transferencia-de-jogadores-avanca-no-senado-brasileiro.jhtm

El Loco de Matosinhos

sexta-feira, abril 30, 2010

Colunista de O Globo faz belo texto sobre título Carioca do Botafogo

Não sou homem de superstições. Afago gatos pretos, passo debaixo de escadas, entro nos campos com o pé da vez. A maioria da torcida do Botafogo, porém, é chegada a uma crendice. Por isso, a ela faço saber o seguinte: eu estava em Portugal nas decisões de nossos dois últimos títulos estaduais. Pelo sim, pelo não, na próxima, melhor a galera fazer uma vaquinha e me mandar para além-mar. Passagem econômica e hotel três estrelas sairão mais barato que salário de reserva. Aceitarei o breve exílio docemente constrangido.

Em 2006, a bem da verdade, eu estava era chegando de Lisboa na hora do segundo jogo contra o Madureira, depois de passar três semanas de férias pela Península Ibérica. Até já ouvia o rádio do táxi, a caminho de casa, quando Reinaldo marcou o terceiro gol nos 3 a 1. Contudo, o que importa é o espírito da coisa, certo, companheiro supersticioso? Afinal, eu me entupia de pataniscas de bacalhau e arroz malandrinho enquanto, dias antes, o Botafogo botava a mão na taça com os 2 a 0 do primeiro jogo contra o Tricolor Suburbano.

Agora, sucedeu-se algo diferente. Eu chegara a Portugal na véspera da decisão da Taça Rio. Ficaria longe das comemorações alvinegras. Sim, no íntimo, eu acreditava que festejaríamos o título. Não por estar distante, claro.

Zero de pensamento primitivo. Eu vibrara no Maracanã na gloriosa noite de 21 de junho de 1989. Acreditava na vitória por saber, racionalmente, que não há mal que sempre dure e por ver que o time de 2010 tinha gana de vencedor. Tinha tanta certeza que levei na mala uma bandeira do Botafogo para presentear meu bom amigo Luiz Carlos Mansur, há quase vinte anos vivendo em Cascais. Eu não estava mais de férias em Portugal.

Meu propósito era participar do encontro Literatura em Viagem, promovido em Matosinhos, cidade colada ao Porto, numa mesa com os autores portugueses José Fanha e Filomena Marona Beja. Paralelamente, lançaria o meu segundo romance, “Black music”, lá editado, como o primeiro, pela Quetzal. Enquanto não chegavam as horas H do jogo e do debate, eu comia, assistia aos outros debates, comia e contava com a solidariedade dos adeptos do Porto, como meu editor, Francisco José Viegas, e do Sporting, meu time lusitano, fartos do oba-oba da “nação benfiquista”.

Na hora da decisão carioca, domingo retrasado, com quatro horas a mais de fuso, estávamos todos jantando no Mauritânia Real, espécie de cantina do Literatura em Viagem. Eu não conseguia me concentrar nem nas conversas saborosas nem na deliciosa comida do norte de Portugal, de muito pescado. Ficava alheio, calculando se a partida já teria acabado no Maracanã. Quando concluí que sim, ela já haveria de ter acabado, mesmo no caso de ter ido aos pênaltis, comuniquei aos comensais, tentando aparentar casualidade máxima: — A essa hora, o jogo no Rio já terminou…

O Francisco passou-me imediatamente o celular: — Liga para alguém, vai.

Liguei para a Patroa, que estava de plantão no jornal.

— Ganhamos! — ela disse.

— Ganhamos? — repeti, não por descrença e sim para que o meu entendimento não fosse prejudicado ou pelo barulho ambiente ou pela ligação transatlântica.

— Ganhamos! Dois a um! Foi emocionante! Liga daqui a pouco que estou no meio de uma entrevista.

Desliguei, devolvi o celular, agradeci ao Francisco e comuniquei o resultado aos comensais, ainda tentando aparentar casualidade máxima, mas louco de vontade de subir na mesa e gritar meia-dúzia de palavrões de ordem alvinegros.

Recebi os parabéns gerais pelo campeonato por antecipação. Alguém observou que minhas feições tinham mudado. Minhas feições podem ter mudado, mas meu pensamento continuava longe. Comi mais um pouco de bacalhau, fiz algum comentário sobre alguma coisa, bebi mais um pouco de vinho verde e pedi licença, para voltar ao hotel e telefonar de novo para a Patroa, atrás de detalhes sobre o épico recém-encerrado a dez mil quilômetros de distância. Vesti o casaco e saí às ruas quase desertas e inteiramente tranquilas de Matosinhos.

Em silêncio, fui curtindo o frio, a noite, Portugal, o campeonato. A caminho do hotel, rodei na cabeça um jogo decidido, e nisso nem era necessária adivinhação, pelos aguerridos Herrera e Loco Abreu. Que baita acerto as contratações dos hermanos para o Carioca! E que outro golaço da diretoria a contratação de papai Joel Santana! Que história fantástica de superação! Ele, demitido na África do Sul e desempregado no Brasil, o time, goleado pelo Vasco… E eu nem sabia do pênalti genial do Loco, dos saltos do negro gato Jefferson…

Naquela noite, só naquela noite, eu queria me teletransportar para festejar o título no Jobi, mas faltava uma semana para retornar ao Rio. Naquela noite, eu queria gritar “Fogo! Foogo! Fooogo!”, mas em Portugal certamente seria preso por falso alarme de incêndio.

Olhei para cima e, entre as nuvens, uma única estrela se insinuava no céu de Matosinhos.

Texto de Arthur Dapieve publicado nesta sexta-feira em “O Globo”

Consulta ao 4º Lote de Devolução do Imposto de Renda

domingo, setembro 6, 2009

Sai nesta terça-feira, 08/09/09, consulta ao 4º Lote de Devolução do Imposto de Renda.
http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/Restituicao/default.htm

Fator previdenciário: uma drástica redução no beneficio do segurado do INSS

domingo, setembro 6, 2009

Não é só dos mais pobres que o fator previdenciário está reduzindo drasticamente o cálculo do valor do benefício previdenciário.
Quem contribuiu com o valor teto da aposentadoria e se aposentou ou se aposentará com 35 anos de contribuição, se homem ou 30 anos, no caso da mulher está tendo uma redução em média de 50% do benefício. Estou me referindo àqueles(as) que se aposentam com idade permitida pela lei 9876/99; 53 anos de idade para homem e 48 anos de idade, no caso da mulher.
Para citar um exemplo: Uma pessoa que completou 35 anos de contribuição em 2008 e já contando com 53 anos de idade (se homem), pela lei já pode requerer o benefício integral do INSS.
Só que, caso ele tivesse contribuido com os valores-teto do INSS receberá a partir da data do cálculo do benefício valor inferior a R$ 2.000,00. Só lembrando que o teto do valor do benefício do INSS já está acima de R$ 3.000,00.
E ainda tem mais outro detalhe que diminui o cálculo do valor do benefício, em alguns casos, que é a fórmula para obtenção do valor médio do benefício que utiliza o seguinte cálculo conforme a lei 8213/91:
I – para os benefícios de que tratam as alíneas b e c do inciso I do art. 18, na média aritmética simples dos maiores salários-de-contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo, multiplicada pelo fator previdenciário; (Incluído pela Lei nº 9.876, de 26.11.99).
Esse cálculo só considera valores a partir de JUL/94 após o plano real: quer dizer então que valores anteriores a 94 bem como 20% das contribuições do segurado são jogados no lixo.

Veja como evitar a malha fina da sua declaração na RFB

sábado, junho 6, 2009
Antecipe-se à RFB e evite que sua DIRPF caia na malha fina.

Consiga seu codigo de acesso para visualizar o extrato completo da sua declaração.

O novo Extrato da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física permite que o usuário:

. Veja possíveis pendências na sua declaração e como resolvê-las;

. Saiba se as quotas do IRPF estão sendo pagas corretamente;

. Solicite, altere ou cancele o débito automático das quotas;

. Identifique e parcele eventuais débitos em atraso.

http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/NovoExtratoPF.htm

O mais importante:

A Receita Federal só deverá efetuar a depuração e comunicação ao contribuinte após Ago/09. Efetuando agora o acerto das pendências, você se antecipa à RFB, evita cair na malha fina e agiliza o acerto.

Foto da maior goleada da história do Futebol brasileiro

sexta-feira, junho 5, 2009

Após os primeiros 40 minutos de jogo (naquela época uma partida de futebol tinha duração de 80 minutos), o Botafogo já vencia por 9 a 0. Mais bem preparados em relação aos adversários que estavam fora de forma, veio o segundo tempo e a histórica goleada de 24 a 0, que até os dias de hoje jamais foi igualada, nem pelo Íbis-PE, que nas décadas de 70 e 80, foi considerado o pior time do mundo.

Botafogo 24  x  0  Mangueira

Botafogo: Coggin, Raul Rodrigues e Dinorah; Rolando de Lamare, Lulú Rocha e Edgard Pullen; Henrique Teixeira, Flávio Ramos, Monk, Gilbert Hime e Emmanuel Sodré

Mangueira: Luiz Guimarães, José Perez e Carlos Mongey; Victor, Jonas Cunha e Justino Fortes; Alberto Rocha, João Pereira, Menezes e Maranhão

Local: Campo do Botafogo, na Rua Voluntários da Pátria
Competição: Terceira rodada do Carioca de 1909
Data: 30 de maio
Árbitro: Antônio Miranda
Gols: Gilbert Hime (nove), Flávio Ramos (sete), Monk (dois), Lulú Rocha (dois), Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré, todos com um gol.

Fonte: JS on Line

Maior goleada da história do futebol completa um século

domingo, maio 31, 2009

O atual time do Botafogo está enfrentado dificuldades para balançar as redes. Em três partidas do Campeonato Brasileiro-2009, o Alvinegro marcou apenas um gol. Era o pior ataque da competição até o início da quarta rodada do Nacional. Mas há 100 anos, o Botafogo não teve problemas para mandar a bola para dentro do gol. E não apenas uma vez. Em 30 de maio de 1909, o Alvinegro, ainda sob o nome de Botafogo Futebol Clube, aplicou a maior goleada da história do futebol brasileiro: 24 a 0 em cima do Sport Club Mangueira. Resultado que está destacado na “Sala dos números” do Museu do Futebol, instalado no Pacaembu (foto ao lado).

A partida foi válida pelo Campeonato Carioca de 1909, a quarta edição da centenária competição. Sete clubes disputaram o torneio: Fluminense (campeão), Botafogo, América, Riachuelo, Haddock Lobo, Mangueira e Bangu. O último se retirou da competição em protesto contra a anulação do jogo contra o Riachuelo.

E o Mangueira, time rubro-negro da Tijuca (Zona Norte do Rio), também desistiu da competição a quatro rodadas do encerramento do torneio, com um saldo de um empate e nove derrotas em dez jogos. A equipe marcou quatro gols e sofreu 45.

Vinte e quatro destes feitos pelo Botafogo. O primeiro tempo do jogo naquele 30 de maio de 1909 no campo da Rua Voluntários da Pátria terminou 9 a 0 para o Alvinegro. Que balançou a rede mais 15 vezes nos 40 minutos finais (um gol a cada 2,6 minutos). Naquele tempo, os períodos tinham cinco minutos a menos. Ainda bem para o Mangueira, que entrou em campo com apenas dez jogadores.

O artilheiro da partida foi Gilbert Hime, que fez nove gols. Recorde no futebol nacional até 1976, quando Dario marcou dez no jogo Sport 14 x 0 Santo Amaro, pelo Campeonato Pernambucano.

Flávio Ramos (sete), Monk (dois), Lulu Rocha (dois), Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré completaram o placar para o Botafogo.

Autor de um gol naquela histórica partida, o defensor Dinorah teve uma história de vida marcada por uma tragédia. Dois meses e meio depois da goleada sobre o Mangueira, em 15 de agosto, o jogador foi atingido na nuca, dentro de sua casa, por um tiro disparado pelo escritor Euclydes da Cunha, autor do clássico ”Os Sertões”. Dinorah era irmão do militar Dilermando Cândido, amante de Ana de Assis, mulher do escritor. Irritado com a traição, Euclydes invadiu a casa do rival, no bairro de Piedade (Zona Norte do Rio), e iniciou o tiroteio. E acabou morto por Dilermando, bem mais hábil com uma arma de fogo.

Mesmo com a bala alojada em seu corpo, Dinorah continuou jogando e foi campeão carioca pelo Botafogo em 1910. Mas progressivamente, foi perdendo os movimentos, até ficar paraplégico. Anos depois, amargurado, cometeu suícidio ao se jogar nas águas do Rio Guaíba (Porto Alegre).

BOTAFOGO 24 x 0 MANGUEIRA*

Data: 30/05/1909
Competição: Campeonato Carioca
Local: Rua Voluntários da Pátria
Árbitro: Antônio Miranda

Botafogo: Coggin, Raul Rodrigues e Dinorah; Rolando de Lamare, Lulu Rocha e Edgard Pullen; Henrique Teixeira, Flávio Ramos, Monk, Gilbert Hime e Emmanuel Sodré.

Mangueira: Luiz Guimarães, José Perez e Carlos Mongey; Victor, Jonas Cunha e Justino Fortes; Alberto Rocha, João Pereira, Menezes e Maranhão.

Gols – Gilbert Hime (9), Flávio Ramos (7), Monk (2), Lulu Rocha (2), Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré.

*Súmula pesquisada por Pedro Varanda

Enquete: Qual será a final da Copa do Brasil 2009?

quinta-feira, maio 21, 2009

Prováveis cruzamentos da Copa Nissan Sul Americana 2009

segunda-feira, maio 18, 2009

Caso a Conmebol mantenha os mesmos critérios adotados para chaveamento da 1ª Fase (Nacional) da Copa Nissan Sul Americana utilizando-se do cruzamento olímpico de acordo com a classificação do campeonato brasileiro do ano anterior teremos os seguintes jogos no Brasil:

5º – Fla  x  Flu – 14º

7º – Bota x Atlético-PR – 13º

8º – Goiás x Atlético – MG – 12º

9º – Coritiba x Vitória – 10º

O Internacional e Sport não parciciparão da 1ª Fase pois o Inter, como campeão da Sul Americana 2008, só entra na 2ª Fase (Internacional) e o Sport não participará do Torneio, pois, como Campeão da Copa Brasil 2008, participou da Libertadores 2009 e está fora.

O São Paulo, campeão brasileiro 2008 também não participará da SULA 2009, conforme o novo regulamento.

O Sorteio da 2ª Fase (Internacional) será realizado no dia 03 de Julho, numa sexta-feira, em Assunção.

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